27/08/2012

Hipnose 00

Depois de tanto tempo sem escrever direito, o jeito é fazer um mea culpa e dizer que sim, eu abandonei o blog, quase sem motivo. Houveram muitas coisas legais que eu simplesmente deixei passar, mas o que importa é que cá estou eu de volta.

Animei para tratar de um tema que sempre me fascinou, cujo estudo é meu objetivo de vida: a hipnose. Muita gente que me conhece nem sabe que eu estudo o assunto, talvez pelo simples fato de eu não ter podido desenvolver-me muito nesta área nos últimos anos. No começo do ano, todavia, eu pude começar a me dedicar mais ao meu objeto de amor (sim, meus olhinhos brilham quando penso no assunto) e comecei a produzir um trabalho para uma disciplina da faculdade sobre. O trabalho precisa de retoques, mas eventualmente posto uns trechos por aqui.

Além do meu interesse de tempos imemoriais, o fato de ter alguns colegas da psicologia interessados no assunto e eu poder explicar algumas coisas, ensinar outras e tal, me animaram bastante. Por isso, o que pretendo fazer aqui no blog é postar algumas reflexões (quem sabe algo de técnica também).

Essas introduções "desculpatórias" tiram um pouco da possibilidade de continuidade de certos tipos de texto, então vou fechar com um comentário sobre um livro que estou lendo. Estou bem no começo ainda, então não dá pra ter certeza da qualidade de conteúdo, mas O Hipnotismo, de Karl Weissmann (disponível neste excelente 4shared, em uma versão digitada - antes eram fotos das páginas desse livro quase impossível de achar por aí) me surpreendeu só pela introdução. Um trechinho de crítica:

Os hipnotistas são notòriamente achacados de sentimentos ambiciosos e exclusivistas, tanto os de palco como os de cátedra. Não gostam de difundir seus segredos e geralmente não poupam sacrifícios para neutralizar uma possível concorrência. É que hipnose é sugestão, e sugestão, prestígio. O prestígio, por sua vez, motivo de ciúme. Exige exclusividade.

Achei épica essa crítica dele, em pleno final da década de 50.

Bom, vou ficando por aqui para o texto não crescer infinitamente. Até uma próxima!

Nenhum comentário:

Postar um comentário